quinta-feira, março 5

Os partidos políticos que participarão das eleições municipais de outubro vão receber um total de R$ 4,9 bilhões do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para custear suas campanhas eleitorais. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (17) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), órgão responsável pela organização das eleições no Brasil.

Distribuição dos recursos

O Partido Liberal (PL) será o maior beneficiado, recebendo R$ 886,8 milhões para dividir entre seus candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. Em seguida, o Partido dos Trabalhadores (PT) receberá R$ 619,8 milhões. Outros partidos que receberão grandes quantias incluem:

  • União Brasil: R$ 536,5 milhões
  • Partido Social Democrático (PSD): R$ 420,9 milhões
  • Progressistas (PP): R$ 417,2 milhões
  • Movimento Democrático Brasileiro (MDB): R$ 404,6 milhões
  • Republicanos: R$ 343,9 milhões

Os partidos menores, como Agir, Democracia Cristã (DC), Partido Comunista Brasileiro (PCB), Partido da Causa Operária (PCO), Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e Unidade Popular (UP), receberão cerca de R$ 3 milhões cada para suas campanhas.

Critérios de distribuição

A distribuição dos recursos do Fundo Eleitoral segue critérios estabelecidos pela Lei das Eleições. A divisão considera uma porcentagem fixa de 2% para todos os partidos registrados no TSE, além de 35% dos recursos distribuídos conforme os votos obtidos na última eleição para a Câmara dos Deputados, 48% de acordo com o tamanho das bancadas na Câmara (incluindo fusões e incorporações), e 15% pela bancada no Senado.

Histórico do Fundo Eleitoral

O Fundo Eleitoral foi criado pelo Congresso Nacional em 2017, após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que, em 2015, proibiu o financiamento de campanhas por empresas privadas. Além do Fundo Eleitoral, os partidos também têm acesso ao Fundo Partidário, que é distribuído anualmente para a manutenção das atividades administrativas das legendas.

Impacto nas eleições municipais

O FEFC tem um papel crucial na viabilização das campanhas eleitorais, especialmente após a proibição das doações empresariais. A alocação dos recursos pode influenciar significativamente o desenrolar das campanhas, permitindo que os partidos maiores lancem campanhas mais robustas e competitivas.

Com a divulgação dos valores pelo TSE, os partidos já podem planejar a melhor forma de alocar esses recursos para maximizar suas chances de sucesso nas urnas em outubro. A transparência na distribuição e uso desses fundos é essencial para garantir a integridade do processo eleitoral e a confiança dos eleitores.

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Diretor, editor chefe e jornalista do PIRANOT. Começou a trabalhar em 2007, aos 14 anos, quando lançou seu primeiro blog na internet. Em 2011, criou o PIRANOT e fez parte, por três anos, de um programa da extinta TV Beira Rio. Estudou jornalismo na UNIMEP e assessoria de imprensa no SENAC. Fez estágio na Câmara de Vereadores e teve passagens por duas rádios de Piracicaba.

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