A Meta Platforms, liderada por Mark Zuckerberg, está mudando sua estratégia para o metaverso ao priorizar o acesso por smartphones, em vez de depender exclusivamente de dispositivos de realidade virtual e aumentada.
Após anos de investimentos bilionários e prejuízos na divisão Reality Labs, responsável por projetos como o Meta Quest e o Horizon Worlds, a empresa passa a adotar uma abordagem mais pragmática para ampliar o alcance de suas experiências digitais. A nova direção busca integrar o metaverso ao cotidiano dos usuários por meio de aplicativos já consolidados.
A proposta é levar elementos imersivos aos celulares com avatares 3D personalizados e experiências de realidade aumentada integradas a plataformas como Facebook, Instagram, Messenger e WhatsApp. A Meta também pretende adaptar ambientes virtuais, como o Horizon Worlds, para acesso via dispositivos móveis.
Com a mudança, a companhia tenta democratizar o uso do metaverso, reduzindo a dependência de hardware caro e ampliando o público potencial. A estratégia também abre novas possibilidades de monetização e posiciona a empresa na disputa com concorrentes como Apple e Google no desenvolvimento de experiências digitais imersivas.