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quinta-feira, abril 9
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FGTS: Governo pode liberar R$ 7 bi para quitar dívidas

· 2 min de leitura · NEXUS - AI DO PIRANOT

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, defendeu no dia 9 de abril a utilização de recursos do FGTS para um novo programa de renegociação de dívidas de trabalhadores. A medida está em análise e pode ser anunciada em breve pelo governo federal.

Marinho reafirmou que cerca de 10 milhões de brasileiros podem ter acesso a R$ 7 bilhões do FGTS, conforme cálculos do Ministério do Trabalho. O montante seria complementar à liberação já existente para trabalhadores que optaram pelo saque-aniversário, foram demitidos e tiveram parte do FGTS bloqueado como garantia em empréstimos.

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A iniciativa de criar um programa para auxiliar no pagamento de dívidas partiu do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem manifestado preocupação com o alto nível de endividamento das famílias brasileiras. Lula busca alternativas para unificar e facilitar o pagamento desses débitos.

Detalhes da proposta em estudo

O valor de R$ 7 bilhões seria um saldo remanescente de liberações anteriores do FGTS, segundo o Ministério do Trabalho. Em 2025, o governo liberou cerca de R$ 20 bilhões para trabalhadores demitidos que haviam aderido ao saque-aniversário, por meio de duas medidas provisórias assinadas pelo presidente Lula.

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No entanto, o ministério alega que a Caixa Econômica Federal não liberou a totalidade dos recursos à época, resultando nesse montante residual de R$ 7 bilhões. A pasta propõe agora que esse valor seja disponibilizado para o pagamento de dívidas.

O governo também avalia uma nova regulamentação para o uso do FGTS como garantia em empréstimos consignados, segundo Marinho. O objetivo é garantir condições mais favoráveis aos trabalhadores e evitar o superendividamento.

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Impacto para o trabalhador

A medida pode trazer alívio financeiro para milhões de brasileiros que enfrentam dificuldades para quitar suas dívidas.

“Essa é uma oportunidade para o trabalhador colocar as contas em dia e recuperar o crédito”, afirmou o economista José Carlos Martins, especialista em finanças pessoais. “É importante, no entanto, que o trabalhador utilize os recursos de forma consciente e evite contrair novas dívidas”, completou.

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Ainda não há informações detalhadas sobre como o trabalhador poderá acessar os recursos e quais serão os critérios para participar do programa.

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