Desde sua implantação, em maio de 2017, a Patrulha Maria da Penha — pertencente à Guarda Civil de Piracicaba –, implantada para proteção da mulher vítima de violência doméstica, já atendeu 930 medidas protetivas. Ainda neste período, foram realizadas 24.247 rondas e 33 prisões em flagrante dos agressores que descumpriram as medidas.

“Tivemos a criação de novas leis, com penas mais duras, como no feminicídio, e a criminalização do descumprimento da medida protetiva. A sociedade tem levantado o debate sobre o tema da violência contra a mulher, divulgando informações, serviços que auxiliam a vítima, porém ainda temos muitos desafios pela frente”, comentou Lucineide Maciel, comandante da Guarda Civil de Piracicaba.
A equipe da Patrulha Maria da Penha monitora as vítimas 24 horas, em horários e dias diferentes. A ronda dos patrulheiros consiste em evitar que os agressores descumpram as medidas protetivas. Os guardas-civis, antes de ingressarem nesse grupamento, recebem treinamentos específicos para o trabalho.
A comandante ainda comentou que, agora em 2019, houve aumento do número de medidas protetivas, o que mostra que as Campanhas de Conscientização de Combate à Violência Contra a Mulher tem dado resultado. “Nós incentivamos as mulheres por meio de campanhas, grupos e atividades sociais. Isso fortalece a confiança para a busca de ajuda para sair do ciclo de violência que está inserida, pois o silêncio perpetua a violência”, comenta.
Lei Maria da Penha
Nesta quarta-feira, 07 de agosto, a Lei Maria da Penha (Lei Federal 11.340/2006), que deu origem à Patrulha, completa 13 anos.
Comandante da Guarda Civil de Piracicaba
Confira aqui a entrevista que Lucineide Maciel, comandante da Guarda Civil de Piracicaba, concedeu ao Jornal PIRANOT.

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