Carro em alta velocidade provoca acidente na Vila Sônia, em Piracicaba

Mais um acidente ocorreu na noite de ontem (07), na Avenida Euclides Figueiredo, região da Vila Sônia, em Piracicaba. Duas pessoas ficaram feridas e foram socorridas a UPA do bairro.
Segundo moradores, a falta de lombadas e radares na avenida tem causado inúmeros acidentes. O PIRANOT noticiou duas vezes o problema nos últimos meses, porém até agora nenhuma solução foi adotada pela prefeitura da cidade.

No acidente de ontem, o motorista de um Volkswagen Fox prata que seguia sentido terminal em alta velocidade perdeu o controle da direção, subiu em cima de uma calçada, arrancou uma lasca de uma árvore e só parou após bater em um carro Ford Ecosport estacionado e a parede um bar. Por sorte não havia ninguém no local.
O motorista e a passageira foram socorridas pelo Resgate do Corpo de Bombeiros com ferimentos leves. A perícia da Polícia Civil foi acionada ao local.

No dia 08 de julho o PIRANOT esteve pela primeira vez na avenida e noticiou o problema enfrentado pelos moradores. Na época eles queriam a instalação de lombadas ou radares na via afim de diminuir os acidentes que estão acontecendo desde a remodelação viária feita pela prefeitura. “Dias atrás acordamos com um carro que invadiu a casa de uma vizinha e arrancou o portão dela, esses dias um outro, por sorte, não invadiu uma outra casa e parou na calçada. Ficou ruim o que fizeram aqui e precisa de ajustes”, disse na época André Felipe Crivellari.
Além dos redutores de velocidade, os moradores pediam mais faixas de pedestres.
Naquela época o portal de notícias procurou a Prefeitura de Piracicaba e ela nos informou em nota que em relação a alta velocidade na avenida, naquele mês havia sido implantada sinalização de advertência, de regulamentação de velocidade e faixa de pedestres e que a Semuttran iria intensificar a Fiscalização para coibir as irregularidades, mas nada mudou.
Semana passada, voltamos a noticiar novos acidentes na avenida em uma segunda reportagem a pedido da comunidade, porém o problema persiste. “Estamos vendo que vai ocorrer uma tragédia grande aqui. Não temos mais paz desde que mexeram aqui”, desabafa Crivellari.
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