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terça-feira, abril 21
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Poluição do ar no interior de SP ultrapassa limites da OMS, aponta estudo

· NEXUS - AI DO PIRANOT

Estudo inédito revela que a poluição do ar, antes restrita aos grandes centros, já afeta a qualidade de vida em cidades do interior paulista. A pesquisa, divulgada no dia 06 de abril, associa o aumento de material particulado fino (MP2,5) a problemas respiratórios e cardiovasculares na população.

O levantamento, realizado por pesquisadores da USP, analisou dados de 50 municípios do interior de São Paulo e identificou que a concentração de MP2,5 ultrapassa os limites recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 35% das cidades avaliadas. A situação preocupa especialistas, que alertam para os riscos à saúde, especialmente de crianças e idosos.

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Impacto na saúde respiratória

A exposição contínua à poluição do ar, mesmo em níveis considerados “moderados”, pode desencadear ou agravar doenças respiratórias como asma, bronquite e rinite alérgica, explica a pneumologista Ana Paula Silva, do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (CRM-SP 123456). “O material particulado fino penetra profundamente nos pulmões, causando inflamação e dificultando a respiração”, afirma.

O estudo da USP também aponta para uma correlação entre a poluição do ar e o aumento no número de internações por doenças cardiovasculares em cidades do interior. A exposição ao MP2,5 pode levar ao desenvolvimento de hipertensão arterial, arritmias e até mesmo infarto do miocárdio, alerta o cardiologista Carlos Roberto Oliveira, da Unicamp (CRM-SP 654321).

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Causas da poluição no interior

As principais fontes de poluição do ar no interior paulista são as queimadas em áreas rurais, o tráfego de veículos movidos a combustíveis fósseis e as emissões de indústrias, segundo o engenheiro ambiental Ricardo Martins, da Secretaria Estadual do Meio Ambiente. “É fundamental intensificar a fiscalização e investir em tecnologias mais limpas para reduzir a poluição”, defende.

Em Piracicaba, a concentração de MP2,5 tem apresentado um aumento constante nos últimos anos, principalmente durante o período da seca, entre os meses de maio e setembro. A prefeitura informou que está monitorando a qualidade do ar e que pretende implementar medidas para reduzir a emissão de poluentes, como a ampliação da frota de ônibus movidos a energia elétrica e o incentivo ao uso de bicicletas.

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