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sexta-feira, abril 17
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Piracicaba (SP)

Oito vereadores de Piracicaba trocam de partido; veja como ficou a configuração

· 4 min de leitura · Atualizado em 04.08.2020 · Assessoria de Imprensa
Foto: Paulo Ricardo dos Santos / Câmara de Vereadores de <span class=Piracicaba" width="620" height="414" srcset="https://piranot.com.br/wp-content/uploads/camara-piracicaba.jpg 620w, https://piranot.com.br/wp-content/uploads/camara-piracicaba-300x200.jpg 300w, https://piranot.com.br/wp-content/uploads/camara-piracicaba-150x100.jpg 150w, https://piranot.com.br/wp-content/uploads/camara-piracicaba-450x300.jpg 450w" sizes="(max-width: 620px) 100vw, 620px" />
Foto: Paulo Ricardo dos Santos / Câmara de Vereadores de Piracicaba

Oito vereadores da Câmara de Piracicaba aproveitaram a chamada “janela partidária” e mudaram de legenda no período que se iniciou há um mês e se encerrou na última sexta-feira (18).

A possibilidade foi aberta em 18 de fevereiro com a promulgação, pelo Congresso Nacional, da emenda constitucional 91/2016, que permitiu a políticos detentores de mandatos eletivos proporcionais (deputados e vereadores) mudar de sigla sem correr o risco de perder o cargo por infidelidade partidária.

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Na Câmara de Piracicaba, o partido que mais cresceu com as trocas do último mês foi o SD (Solidariedade), que, antes sem representação, agora conta com quatro vereadores. Por outro lado, o PDT, que tinha três parlamentares, deixou de ter afiliados com cadeira no Legislativo municipal. PROS, PSC e PV também não contam mais com representantes na Casa.

Mudaram de legenda durante a “janela partidária” os vereadores Ary Pedroso Jr. (que saiu do PDT e foi para o SD), Chico Almeida (do PT para o PR), Dirceu Alves da Silva (do PROS para o SD), José Lopes (do PDT para o SD), Luiz Arruda (do PV para o PTB), Matheus Erler (do PSC para o PTB), Paulo Campos (do PROS para o PSD) e Samaritano (do PDT para o SD).

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A maior bancada continua sendo a do PSDB, com seis vereadores. Em seguida, vêm o SD, com quatro, e o PTB, com três. O PPS e o PR têm dois parlamentares cada um. Já o PSD, o PP, o PMDB, o PT, o PRB e a Rede contam com um representante cada. Confira abaixo como ficou a configuração partidária da Câmara:

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MUDARAM DE PARTIDO
– Ary Pedroso Jr. (saiu do PDT e foi para o SD)
– Chico Almeida (saiu do PT e foi para o PR)
– Dirceu Alves da Silva (saiu do PROS e foi para o SD)
– José Lopes (saiu do PDT e foi para o SD)
– Luiz Arruda (saiu do PV e foi para o PTB)
– Matheus Erler (saiu do PSC e foi para o PTB)
– Paulo Campos (saiu do PROS e foi para o PSD)
– Samaritano (saiu do PDT e foi para o SD)

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SEGUEM NO MESMO PARTIDO
– André Bandeira (PSDB)
– Capitão Gomes (PP)
– Carlinhos Cavalcante (PPS)
– Gilmar Rotta (PMDB)
– João Manoel (PTB)
– José Longatto (PSDB)
– Paiva (PT)
– Trevisan (PR)
– Madalena (PSDB)
– Márcia Pacheco (PSDB)
– Paulo Camolesi (Rede)
– Paulo Henrique (PRB)
– Pedro Cruz (PSDB)
– Pedro Kawai (PSDB)
– Ronaldo Moschini (PPS)

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VEREADORES POR PARTIDO:

PSDB (6)
– André Bandeira
– José Longatto
– Madalena
– Márcia Pacheco
– Pedro Cruz
– Pedro Kawai

SD (4)
– Ary Pedroso Jr.
– Dirceu Alves da Silva
– José Lopes
– Samaritano

PTB (3)
– João Manoel
– Luiz Arruda
– Matheus Erler

PPS (2)
– Carlinhos Cavalcante
– Ronaldo Moschini

PR (2)
– Chico Almeida
– Trevisan

PMDB (1)
– Gilmar Rotta

PP (1)
– Capitão Gomes

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ENTRAR

PRB (1)
– Paulo Henrique

PSD (1)
– Paulo Campos

PT (1)
– Paiva

Rede (1)
– Paulo Camolesi

.

SAIBA MAIS – A emenda constitucional 91/2016 abriu espaço para que, nos 30 dias seguintes a 18 de fevereiro, data em que foi promulgada, políticos detentores de mandatos eletivos proporcionais (deputados e vereadores) pudessem mudar de sigla sem que tal troca venha a ser considerada infidelidade partidária, a qual é punida com a perda do cargo.

Pela legislação atual, deputados e vereadores só podem mudar de legenda, sem correr risco de perder o mandato, se forem para um partido recém-criado (como ocorreu em dezembro com o vereador Paulo Camolesi, que saiu do PV e filiou-se à Rede), uma vez que o entendimento é de que o mandato pertence ao partido que elegeu o candidato. Senadores, prefeitos e governadores não estão sujeitos a essa regra, pois são titulares de cargos majoritários.

A troca de sigla por deputados e vereadores durante a “janela partidária”, que se encerra nesta sexta-feira (18), não será considerada para fins de distribuição do dinheiro do Fundo Partidário e do acesso gratuito ao tempo de rádio e televisão ––esse cálculo é proporcional ao número de deputados federais de cada legenda.

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