terça-feira, março 3
Foto: Guillaume Souvant/AFP

No começo desta semana — segunda-feira, 15 — o mundo todo amanheceu com a trágica notícia da morte de Dolores O’Riordan. A cantora do grupo irlandês Cranberries, bastante popular nas décadas de 80 e 90, morreu enquanto estava hospedada num hotel de Londres.

Apesar da causa da morte de Dolores ainda não ter sido divulgada, a imprensa internacional já começou a especular aquilo que muitos realmente temiam: que a morte se trata de uma overdose intencional (ou suicídio).

Segundo Stan Greene, jornalista do Santa Monica Observer, a cantora faleceu devido a uma “overdose de fentanil”. As informações, segundo o próprio jornalista, vêm de dentro do Departamento de Polícia de Londres.

Ainda segundo essa mesma fonte, o Fentanil teria sido encontrado próximo à cama da cantora.

Como já dissemos, a causa oficial da morte de Dolores O’Riordan ainda não foi divulgada. O exame toxicológico deve sair nos próximos dias, e só assim teremos certeza do que realmente aconteceu. Vamos esperar.

A cantora tinha 46 anos de idade.

Vida conturbada

Em maio de 2017, Dolores disse, numa entrevista, que havia sido diagnosticada com bipolaridade dois anos antes e que a doença afetava bastante a sua vida pessoal.

Paralelo ao seus tempos de banda, ao lado dos Cranberries, a cantora desenvolveu também alcoolismo e vício por soníferos.

Segundo ela, seu vício em alcoolismo se deu por conta de traumas na infância. Com apenas oito anos de idade, a cantora revelou ter sido estuprada e molestada dentro de sua própria casa e por alguém de sua inteira confiança.

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Rafael é formado em jornalismo (comunicação social) pela Universidade Mackenzie, em São Paulo. Possui experiência em redações e editoras literárias. Integra a equipe do Jornal PIRANOT desde dezembro de 2017.

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