A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio do Departamento de Vigilância Epidemiológica, confirmou na tarde de ontem (26), mais dois casos de Monkeypox (varíola símia) em Piracicaba. Os pacientes são homens, com idade entre 25 e 39 anos. No total, foram registrados em Piracicaba 14 casos da doença, desde o dia 1º/08, sendo um bebê de um ano de idade do sexo feminino, um do sexo feminino, de 28 anos, e os demais do sexo masculino, com idades entre 23 e 38 anos, além do novo caso registrado hoje. Todos foram acompanhados pela Vigilância Epidemiológica e Unidades de Saúde da Atenção Básica.
Há um mês, a SMS tem disponível um Centro de Atendimento e Testagem para Monkeypox (CAT-MPX) no Crab (Centro de Referência da Atenção Básica) Vila Cristina. O objetivo é o diagnóstico precoce da doença e o bloqueio da cadeia de transmissão do vírus na cidade por meio do acolhimento, atendimento, notificação, testagem e, principalmente, avaliação médica. O funcionamento será em horário especial e diferenciado da rotina, das 17h às 20h30, de segunda a sexta-feira, exceto feriados.
Cuidados
Para se prevenir da Monkeypox é necessário tomar alguns cuidados muito importantes, como evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele; reduzir o número de parcerias sexuais nesse momento; evitar beijar, abraçar ou fazer sexo com alguém com a doença; fazer a higienização das mãos com água e sabão e uso de álcool em gel; não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais; fazer o uso de máscaras, protegendo contra gotículas e saliva, entre casos confirmados e contactantes.
O principal sintoma é o surgimento de lesões parecidas com espinhas ou bolhas que podem aparecer em qualquer parte do corpo – rosto, dentro da boca, região genital, ânus, mãos, pés, pernas braços, pernas, tronco. Além disso, as pessoas podem apresentar sintomas como febre, dor de cabeça, “ínguas” (linfonodos aumentados), calafrios, cansaço e dores musculares.
O período de incubação do Monkeypox é tipicamente de 6 a 16 dias, mas varia de 5 a 21 dias. O período de transmissibilidade ocorre a partir do início dos sintomas até o desaparecimento das lesões (feridas).






