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sexta-feira, abril 10
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Com morte de Nonô, quase dobra número de donos do grupo dono da “Band”

· 3 min de leitura · Por Júnior Cardoso

A morte de Maria Leonor Saad, a Nonô Saad, uma das herdeiras do Grupo Bandeirantes, trouxe mudanças significativas à estrutura acionária da empresa. Com o falecimento da ex-diretora, ocorrido em 9 de fevereiro de 2025, sua participação de 20% no conglomerado foi herdada por seus três filhos, aumentando consideravelmente o número de pessoas envolvidas na gestão e decisões estratégicas do grupo.

Divisão acionária antes e depois de Nonô

Antes da morte de Nonô Saad, o controle acionário da Band era distribuído igualmente entre os cinco irmãos Saad – Johnny, Ricardo, Márcia, Marisa e a própria Nonô – cada um com 20% das ações. Essa estrutura centralizada garantia decisões concentradas em um grupo pequeno e com laços familiares diretos.

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Agora, com a herança da participação de Nonô, o número de “donos” do grupo aumentou. Os três filhos da herdeira passaram a dividir o percentual de 20% que pertencia a ela, o que, na prática, quase dobra o número de acionistas familiares. Em vez de cinco principais controladores, o grupo agora conta com sete integrantes no controle acionário.

Impactos da divisão acionária

  1. Fragmentação do poder:
    Embora os herdeiros de Nonô compartilhem a mesma participação que ela detinha, a divisão entre três pessoas pode criar novas dinâmicas de decisão. Os votos e alinhamentos dos herdeiros serão fundamentais para determinar o futuro do grupo, especialmente em disputas internas, como a já conhecida oposição das irmãs Márcia e Marisa contra Johnny Saad.
  2. Possível fortalecimento da oposição interna:
    Dependendo das alianças formadas pelos herdeiros de Nonô, o bloco que já reúne as irmãs Márcia e Marisa (com 40% das ações combinadas) pode se fortalecer, aumentando a pressão por mudanças na liderança do grupo.
  3. Riscos à governança:
    A entrada de novos herdeiros pode dificultar ainda mais o consenso em um momento em que o Grupo Bandeirantes enfrenta desafios financeiros, como a dívida de R$ 1,2 bilhão, e a necessidade urgente de modernização.

Os três herdeiros e a fatia de 20%

Embora o número de controladores tenha crescido, o percentual de participação detido pelos herdeiros de Nonô permanece o mesmo – 20%. Isso significa que, apesar de terem que compartilhar esse percentual entre eles, o poder de voto combinado do trio será equivalente ao que Maria Leonor exercia individualmente.

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O que resta saber é se esses herdeiros seguirão uma postura alinhada entre si e com os demais membros da família, ou se sua entrada no grupo trará novas tensões à já complexa governança do conglomerado.

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